sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Breve análise aos programas de Bruno de Carvalho e Madeira Rodrigues


Já fiz uma primeira leitura aos programas eleitorais de Bruno de Carvalho e Pedro Madeira Rodrigues. Ainda é cedo para tecer grandes comentários, e só durante o fim de semana, quando estiver a estudar com profundidade os programas para preparar o #Sporting160, é que irei observar com mais detalhe as diferenças.

No entanto, ficam para já algumas ideias em relação ao dia de ontem das apresentações dos programas eleitorais dos dois candidatos.

Bruno de Carvalho (BdC) já deveria ter algum conhecimento do programa de Pedro Madeira Rodrigues (PMR), e por isso, adiantou-se na apresentação do seu. Há muitas ideias claras no programa de Bruno de Carvalho que são faladas no programa de Madeira Rodrigues, mas neste, de forma mais crua, a notar alguma inexperiência.

Depois há uma grande diferença entre o programa de BdC e de PMR, é que o actual candidato que é Presidente do clube, como está por dentro dos assuntos do clube, é capaz de explicar melhor e passar a informação com mais "sumo" em cada medida que apresenta. É normal, e claro, previsível!

Já o tinha dito ontem, e volto a repetir, o PMR obviamente que tem de apresentar o seu programa, e faz todo o sentido, no entanto, a sua grande guerra é "contra" o que BdC fez nos últimos 4 anos com resultados positivos, onde deixo aqui um sumário (adaptado do comentário de um leitor no post do "Pensem pela vossa cabeça"):

- Renegociação/reestruturação da dívida;
- Recuperação dos passes dos jogadores da formação, são nossos e não saem por meia dúzia de tostões;
- Sem fundos, sem Doyens, sem Mendes e com a diminuição óbvia de comissões para valores aceitáveis;
- Renovação e melhoria de Alcochete;
- Obras no Multidesportivo que nunca tinha sido feitas desde a inauguração;
- Abertura de diversas academias pelo mundo;
- Recuperação e investimento nas modalidades para níveis que estávamos habituados;
- Aposta na formação reforçada, um título (juniores) que nos fugia há 8 anos, esta época, por exemplo, lideramos em todos os escalões, embora não seja o mais importante;
- A marca SCP promovida através dos atletas formados pelo clube;
- Reforço e investimento no atletismo e no SCP Olímpico, no Brasil a maior representação de sempre;
- Canal de televisão do Sporting;
- Novo pavilhão...vou voltar a dizer, novo pavilhão;
- Alvalade com excelentes assistências;
- 176 títulos seniores em todas as modalidades em 2016, vá dou esta de barato, não contei os do GL;

Por fim, não quer dizer que não se debata o futebol, obviamente, é uma época frustrante que deverá ser objeto de reflexão.

É contra isto que PMR vai lutar. Convencer os sócios que votaram em BdC que ele não está a fazer um bom trabalho na sua globalidade.

No programa em concreto de PMR gostava de ressalvar algumas ideias importantes:

- Velódromo, ainda que mal escrito no documento, é uma ideia interessante e que deve ser analisada do ponto de vista custo/benefício;
-"Tornar obrigatória a declaração de rendimentos e património no início e no fim do mandato pelo Presidente do clube e da SAD;" - "Impor um limite máximo de 23 jogadores ao plantel da equipa principal;"
- "Tornar o Professor Mário Moniz Pereira o sócio perpétuo número 2;"
- "Estudar o regresso do basquetebol numa perspectiva sustentada", acho que está mal explicada, apesar de não estar no primeiro escalão, há um plano em marcha para levar o basquetebol ao escalão principal, tal como aconteceu no Hóquei;
- "Propor a criação da figura do sócio-núcleo,"
- "Propor a criação da figura do sócio-núcleo,"
- "Garantir a detenção da maioria de capital da SAD, preparando a recompra de VMOC`s";
- "Estudar a possibilidade de garantir um centro de estágio no Norte de Portugal que seja utilizado pelas nossas equipas;"
-"defender junto das entidades responsáveis pela marcação dos horários dos jogos...tenham consideração os sócios e adeptos que vivam longe de Lisboa".

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Pensem pela vossa cabeça!


Este dia custou muito. Muito mesmo. Uma eliminação que não estava à espera, um continuar de uma época, até ao momento, desastrosa, que, a continuar a este ritmo, não oferece garantias que as coisas vão melhorar.

Mas estas alterações são péssimas para trazer à tona um conjunto de adeptos/sócios Sportinguistas que esperam por estes momentos para soltarem o que de pior é possível na argumentação futebolística parcial e desonesta.

Entre adeptos mais ou menos famosos, há os que lançam frases habilidosas, e resolvem tudo com um "problema de liderança". Mas que na realidade, não passa de um aproveitamento eleitoral. Há os que insultam o treinador porque, na verdade, nunca gostaram dele e só falavam mal dele no Benfica, engoliram o sapo da época passada, mas têm a oportunidade lhes dizer o que ia, efectivamente, na alma. Há adeptos que comparam os jogadores que falharam na época de Godinho Lopes e comparam-nos com os de agora, mesmo que só estejam há meses no clube, e esquecem-se de tudo o resto que se passou. Antes e agora, em momentos complicados das diferentes direcções. E o cúmulo da desfaçatez, quando se pensa que se correu com o Godinho porque o Sporting estava em sétimo lugar e portanto, Bruno de Carvalho deveria ser corrido também, porque na prática, este quarto lugar e fora das competições é (practicamente) o mesmo.

A imprudência e o cinismo com que estas coisas são ditas vão de encontro ao que eu tenho escrito nos últimos tempos, há Sportinguistas que na hora de votar vão usar estes argumentos banais, de pouca qualidade para decidir o futuro Presidente do Sporting.

Não o façam, porque ainda não saíram os programas. Mas também não vou tecer grandes comentários sobre as eleições, a seu tempo as coisas começarão a ser debatidas, mas, como já tinha dito há uns dias, é preciso que pensem pela vossa cabeça que é, provavelmente, o único local onde ninguém entra sem que vocês deixem. 

A decisão do futuro que pretendem para o Sporting não pode nunca ser construída com base em mentiras cobardes como os 40 milhões de euros de aquisições na reinado de Jorge Jesus comparando com o que Marco Silva fez ou teve acesso, ou nos 8 milhões de Alan Ruiz ditos e re-ditos dias após dia. O futuro do Sporting, assim penso eu, deve tem em conta uma reflexão entre o que foi prometido aos sócios e o que foi construído e dessa avaliação perceber se os outros candidatos apresentam um programa sólido capaz de ser melhor, em teoria, do que até agora foi conseguido. Simples Esta é a mensagem base!

A partir de quinta feira, palpita-me, vamos ter um início de uma nova batalha no Sporting. Pelo menos, que seja delicada, construtiva, digna e acima de tudo que defenda o Sporting e os Sportinguistas!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Chaves 1-0 Sporting :: blackout!


Depois do que se passou no jogo do passado sábado, onde manifestei a minha pouca vontade de escrever sobre o jogo, no entanto, mostrei de que fibra são feitos os Sportinguistas, hoje não tenho dúvidas que o blackout é a melhor forma de encarar o que se passou em Chaves para a Taça.

Não há razão para escrever mais do que tem sido dito aqui, no blogue, no podcast Sporting160, e, neste momento, o que pretendo é ver Bruno de Carvalho e Jorge Jesus falarem sobre o que se está a passar no clube.

Não sendo a favor do blackout do clube, já manifestado noutras alturas em que isso aconteceu, sou favorável ao meu silêncio em relação ao jogo de hoje e espero que os responsáveis principais pelo actual desastroso momento falem.

Agora é a vossa oportunidade!

#Sporting160 :: 7º programa


O sétimo programa do #Sporting160 já está disponível. Gravado ontem à noite em directo com a convidada especial Marta Spínola, do blogue És a Nossa Fé.

O jogo em Chaves para o campeonato e a Taça foram os principais temas do debate com a interacção dos ouvintes através do chat.

Podem ouvir no link em baixo:
Mixlr Sporting160

iTunes
iTunes Sporting160

Mixcloud
Mixcloud Sporting160

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A culpa é do Presidente!


Não há que ter dúvidas absolutamente nenhumas em relação ao desastre que para já é esta época: a culpa é do Presidente!

Dizer assim parece duro, forte e até, aceito, cruel. Votei, não me canso de referir, duas vezes em Bruno de Carvalho. Mas, como todos sabemos, quando se vence, mérito de jogadores e treinadores, quando se perde e as coisas estão mal, o Presidente assume!

Não pode haver dúvidas algumas que a responsabilidade máxima é do Presidente do Sporting. Apostou num treinador que não lhe está a trazer títulos, aumentou (e bem) o orçamento da equipas principal para criar uma equipa competitiva para a época 2016/17, contratou o Octávio,  o Nuno Saraiva, infelizmente nada disso está a correr bem. 

Nem creio, conhecendo Bruno de Carvalho como já o conhecemos, que fuja às suas responsabilidades. Se o fizesse, seria um enorme balde de água fria.

Nesta altura o que é mais preocupante no Sporting é ter a a equipa a jogar muito pouco, depois de uma época onde o futebol foi do melhor que vimos nos últimos anos, e olhar para alguns erros de gestão que faz lembrar o Presidente Bruno de Carvalho poucas semanas após assumir o clube depois das eleições ganhas.

Tudo isto é muito bonito, mas e agora?

Pois, é complexo. Porque as decisões a ter em conta devem ser ponderadas em relação ao período eleitoral que aí vem.

Despedir Jorge Jesus não resolve absolutamente nada. Farto da bipolaridade, e dos adeptos que moldam as atitudes em face do "80", na época passada era o maior, e do "8", é matá-lo!

A avaliação ao trabalho do treinador deve ser efectuada no final da Maio. Para mim não oferece discussão. Seja este ou outro qualquer Presidente a tomar a decisão. 

E depois ainda há o problema da rescisão. Era preciso que Jorge Jesus considerasse que não estava a fazer um bom trabalho e pedisse a demissão para que o custo da sua saída não fosse tão elevado. Não acredito nisso!

O mercado não funcionou. Bruno de Carvalho está, pelo que vimos em relação a esta época, rodeado ou de pessoas que não percebem de futebol, ou deixou tudo nas mãos do treinador e agora é complicado descalçar a bota. Falharam-se muitas contratações, o dinheiro desperdiçado é assinalável, mas, tal como disse em cima, a responsabilidade deve ser assumida por si. Nem é assunto!

Gostava de dizer que um Director Desportivo poderia resolver o problema na relação mercado-treinador, mas pelo que vimos no passado de Jorge Jesus, não me parece que isso seja solução. O ego do treinador não permitirá que alguém se intrometa nesse seu plano de acção. Por isso, Bruno de Carvalho trouxe Octávio Machado, no fundo, servia para não chatear JJ e apenas fazer o trabalho de falar contra os árbitros e afins, com pouco sumo.

Com isto chegámos ao ponto essencial, as eleições estão à porta, os programas ainda não foram apresentados pelos candidatos, não me parece haver dúvidas que só existirá uma forma de ultrapassar este período menos conseguido do Sporting: todos a puxar para o mesmo lado.

Ora, como estamos num período eleitoral, não me parece que vá ser, de todo fácil, haver um rumo único. O Sporting está dividido, não em partes iguais, entre os apoiantes do actual Presidente, os do candidato da oposição e os adeptos que não se identificam com Bruno de Carvalho mas também não querem um regresso ao passado de Godinho Lopes e companhia. Estes flutuantes podem ter um papel importantes nas eleições? Não sei. Ainda é cedo para perceber isso!

Há uma certeza, porém, que os resultados desportivos vão influenciar cada vez mais o lado do Presidente actual, a continuarem assim, de forma negativa. E a avaliação global do mandato será afectada pelo que o futebol conseguir fazer até Março.

No imediato, não é a afrontar os jogadores que vamos conseguir tê-los do nosso lado, mas fica o sinal que Bruno de Carvalho não os pode ver de forma tão próxima, pelo menos internamente. O distanciamento para todos é, para mim, o que deve o Presidente fazer neste período tão conturbado. 

Deixar o treinador...treinar, e ele Presidir os destinos do clube, como há muito não tem feito, e houve muitos assuntos em que ele, distanciado, soube e bem resolver o problema que encontrou. 

Espero, nesta altura, alguma cautela de Bruno de Carvalho, menos "spins" comunicacionais, menos entrevistas, menos discussões em praça pública. Separando, obviamente, o que é campanha ou não. 
Algum silêncio, não confundir com black-out, valerá nesta altura ouro!

domingo, 15 de janeiro de 2017

Chaves 2-2 Sporting :: vergonhosa atitude em campo!


A vontade de escrever sobre o jogo do Sporting em Chaves é proporcional à atitude que a equipa teve em campo durante os 90 minutos. Pouca, muito pouca. Mas, ao contrário deles que são profissionais, o texto vai sair, pelo menos, pela experiência que é uma viagem destas e o que representa para muitos Sportinguistas.

Habitualmente compro o bilhete para os jogos do Sporting no Solar do Norte. É um ritual quase natural. O Solar coloca no site deles a página para reserva dos bilhetes, às sexta feiras levantámos os ingressos, segue-se a viagem e o jogo. Desta vez não foi possível, não vou abordar as regras e o que se passa nos bastidores, mas continuo sem perceber como raio os núcleos desta zona não têm acesso a mais bilhetes, principalmente para jogos a norte do Rio Douro.

A viagem a Chaves marcava um regresso do Sporting em jogos da primeira divisão 18 anos depois. Já tinha tudo combinado com um amigo, de Lisboa, a ida a trás-os-montes desde que o calendário foi conhecido. Sabíamos que seria por volta de janeiro. Que maravilha, melhor era quase impossível. Frio na certa, daquele que só se sente naquelas bandas e que é tradicionalmente um cartão de visita da região.

Mas desta vez havia o problema adicional, e os bilhetes?

Queixo-me na sexta-feira ao Sporting, pelo twitter, a mostrar o descontentamento pela falta de bilhetes. Em Alvalade bilhetes a 13€, não tinham chegado ao Solar, restava-me pagar 25€ e sem garantia de chegar lá e ter o bilhete.

Demorou 5 minutos até aparecer alguém que me solucionou o problema. Não foi o Sporting, foi um Sportinguista. De Faro, que também ia ao jogo!

Sábado encontrámo-nos com eles num restaurante em Valongo. Eles já vinham com 4 horas e meia de viagem. Sentámo-nos à mesa para começar a comer e primeira coisa que aquele grupo que vinha do Algarve me disse a mim e ao João, "vocês não querem ir ao Cazaquistão ver o futsal?"

Nem sabia como responder aquela pergunta. Nem sabia, nem tempo tinha, pois seguiu-se logo um "nós vamos os 4 ver a final four do futsal a Almaty". Enormes!

Conversa em dia colocada à mesa, como mandam as regras e com o tema único do Sporting.

Avançamos para Chaves, eu e o João com hora e meia de viagem, eles, do Algarve, com 6 horas no total e ainda uma passagem por Mirandela.

Chegados ao Estádio Municipal de Chaves, mais conversa, mais comida, acompanha-se o resultado do Benfica, mas o que mais se ouvia entre cervejas e bifanas, "nós temos é de ganhar o nosso jogo"!

Pois é, nós tínhamos de ganhar o nosso jogo. Ter outra atitude em campo. É o mínimo que se pede aos jogadores quando se olha para uma bancada cheia de adeptos do Sporting e se percebe que estão ali de todo o lado do país, com um frio de rachar e que ainda há o regresso a casa!

Ninguém vai ficar no Vidago Palacea relaxar em água quente na banheira. Não!

Por isso, compreende-se perfeitamente os insultos no final do jogo, ainda no estádio, e, claro, mais tarde na saída perto do autocarro.

O Sporting fez muito pouco para sair de Chaves com os 3 pontos. Salvou-se Bas Dost!

Continuarei, obviamente, a apoiar e acompanhar a equipa sempre que possível, mas do balanço que se fizer sobre o que está a passar nesta época terá, obviamente, que ser feito e daí saírem alterações profundas. Seja ao nível do director desportivo, da comunicação ou da (falta) de atitude, mas com um orçamento dos mais elevados dos últimos anos esperava-se muito mais. E não vale assobiar para o lado e continuar constantemente a criticar os homens de preto!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Um tiro no pé de Pedro Madeira Rodrigues?


Não creio ser, ainda, a altura para fazer grandes comentários à candidatura de Pedro Madeira Rodrigues. Quero esperar pelo dia 19 de Janeiro, apresentação do programa, ler com atenção, se tudo correr bem e dentro do que está previsto, falar com ele no programa #Sporting160 e só aí debater o que ele pretende implementar no Sporting, se vier a vencer as eleições em Março.

Mas, não posso deixar de dizer, o que ontem vi no apoio de Carlos Severino à sua candidatura.

Carlos Severino, pode ter o seu valor em tempos remotamente distantes, pode, admito, ter muitas fontes e informações, pode ter muitas ligações a determinados elementos Sportinguistas, mas tem pouca credibilidade, principalmente, desde as últimas eleições e o que de lá para cá tem feito.

Ontem, não fugiu à regra.

Tudo começa num mau post de Facebook onde anuncia uma possível candidatura, mas depois lendo melhor era uma possível posição relativa às eleições, mas em forma de movimento. 

No jantar de ontem, começou por "Não nos revemos na gestão desportiva, económica e socioeconómica desta direcção. Estamos a voltar ao Sporting do passado".  Passado, com todo o devido respeito é ele e o Abrantes Mendes, que também esteve no apoio de ontem. Já agora, o último relatório da UEFA sobre o estado actual dos clubes europeus, mostra, claramente, que estamos bem longe desse passado a que Severino, provavelmente, se refere.

Depois usa muitas vezes uma expressão como "os Sportinguistas não estão satisfeitos". Mas questiono? Não estão satisfeitos com o Sporting? Com os resultados? Com o trabalho da Direcção? Com tudo? É muito vago atirar para o ar um "muitos" e depois nem se saber quantificar. São palavras, por dizer, são de circunstância. Relembro que nas últimas eleições, ele e o Couceiro usaram muito esse método e não funcionou. 

No final do discurso termina com a questão, novamente, e parece ser uma bandeira para a candidatura que apoia, dos 8 milhões de Alan Ruiz. Convém, já agora, ter algum cuidado porque daqui a até Março ainda falta algum tempo, e ter que semana após semana ficar na expectativa se AlanRuiz vai dar em jogador, não é fácil. Já agora, ligar a questão que Bruno de Carvalho falou da gestão ao "tostão" com esta contratação, é, simplesmente absurdo. O balanço não se faz passado 4 meses da contratação do jogador, obviamente, bem sei que é mais fácil para a retórica que esta aquisição falhe e esperar que o jogador fracasse. No entanto, recomendo alguma calma.

Pedro Madeira Rodrigues, na minha opinião, aceitou o apoio da Severino pois sempre são alguns votos mais, mas a credibilidade da sua candidatura ficou a perder!